Quem é você Brasil?

Em menos de um més presenciamos coisas absurdas que neste momento no nosso país não muda, A violencia não mudar, a pedofilia assusta cada dia mais.Brasil Merda para onde iremos com essa politica corrupta que mais rouba o nosso dinheiro do que se põe a fazer algo para mudar esta nação.

As Crianças morrem inocentemente, sem ao menos saber o real motivo !, porém isto só acontece porquê a nossa policia que deveria nos proteger nos mata!, Os governantes que deveriam mudar as leis que ja se encontra defazadas põem mais leis para beneficio próprio.

Ora Brasil Ordem e progresso só existe na bandeira , queremos ver isso sair e se tornar realidade, nesta hora devemos nos apegar ao nosso PAI CELESTIAL e pedir que tomem conta de nós que sobrevivemos neste lugar louco; Existem horas que paro e me venho a pensar será que vale mesmo o valor de ser Brasileiro, acho que não!?.

Nós que sobrevivemos devemos pedir a Deus que interceda por nós que nos proteja de todo mal.

“Meus Deus olhai por nós meu senhor precisamos de ti , pois sabemos que tu És o unico salvador de nossas vidas”

Jesus sabemos que és o unico caminho a verdade e a vida.

Que Deus ilumine a todos os leitores desde Blog.

Amém

Uma belissima semana.

2 Comentários

  1. Juliana disse,

    14 14UTC Julho 14UTC 2008 às 17:03

    Pra mim vale a pena ser brasileira, não vale a pena ser corrupta ou bandida, assassina, ladra, etc……não temos culpa da maldade de muitos humanos e Deus sabe disso por isso ele está aqui nos protegendo como vc bem específicou!!!

    beijão!

  2. EUMESMO disse,

    15 15UTC Novembro 15UTC 2008 às 03:09

    Tenho vergonha do Brasil
    Ser brasileiro é uma condição humilhante: é como carregar uma corcova, o estigma de ter nascido onde nasceu e não se poder libertar, a não ser por grosseira amputação cirúrgica, que nunca, não obstante, livrará a pele do infamante grilhão. O brasileiro é, em geral, um sujeito tímido, amiudado diante da pomposa pressão exercida por uma pesada túnica, a corpulenta política que administra os vastos recursos naturais espalhados ao longo do território. Essa chusma de ares imperiais, a que se chama túnica, vive confortavelmente o seu mundo da corte, apartada do grosso da população que mendiga os farelos que caem das mesas e tenta abocanhar ao menos uma fatia da administração pública.

    Em sua terrível simplicidade, o Estado brasileiro é um queijo. O brasileiro o cheira, desde pequeno, almejando entrar nele. O projeto de vida do brasileiro, quando não sair do Brasil, é dependurar-se no queijo, e sobreviver ali quietamente, levando a medíocre existência comum aos burocratas. Relacionar-se com esse aparelho público que engole como um imenso ralo o dinheiro dos contribuintes é conseguir dele benefícios pecuniários, isenções fiscais, informações privilegiadas, etc. A corrupção é de tal forma predominante que parece se ter incrustado à constituição genética do povo, donde que, quando se vê um cidadão minimamente honesto em suas obrigações públicas, parecerá mais uma ilha solitária sobrevivendo em meio ao mar de magma.

    A desonestidade, ainda que nas pequenas coisas, é um requisito para a sobrevivência cotidiana do brasileiro. Burlar pequenas regras, apoderar-se do bem alheio, fazer tudo isso com a naturalidade de um cachorro que, diante da carne, não pode fazer outra coisa que não lambê-la gostosamente. É natural: a corrupção é natural, diz-se revirando os olhos. Esse adágio vale tão bem que, em vários países no Velho Mundo já não se suporta mais essa gente que vai para mordiscar, sem se preocupar com a vida pública implicada nos velhos conceitos gregos de cidadania, apenas afoita por mordiscar, preocupada com as formas de vivência mais imediatas. O brasileiro típico é um sujeito humilde, humilde por fraqueza, mas que não perde, quando se lhe dá a chance, a oportunidade de abocanhar.

    Nos Eua e outros países no Norte, vão para limpar bundas de neném, pintar casas, derrubar paredes, e outros serviços braçais, que acumulam rapidamente para juntar dinheiro e voltar um pouco mais ricos para o Brasil. Juntam vários empregos, que não cumprem com integridade, ao mesmo tempo em que descumprem com as obrigações locais, tidas como caras para aquelas populações, por que, a única coisa que se lhes vale, aos brasileiros, é o acúmulo fácil e gratuito. A “psicologia” geral do povo brasileiro, assim fundada, resulta nas tantas sanções externas que se têm elaborado contra esse povo, impedindo-o de entrar naquelas ricas e prósperas nações, onde a administração pública funciona para o bem público e os cidadãos se sentem em profunda identidade com o Estado.

    A administração pública brasileira, um aparato monumental de cargos inúteis e mal preenchidos, eleitos por uma população lasciva e apática, é uma caricatura quase perfeita desse estado de coisas que se têm prolongado indefinidamente ao longo dos anos. Essa coleção de criaturas quixotescas, sempre a buscar o prolongamento de seus empregos e dinheiros quilométricos, anda com os ares da nobiliarquia que governava o Brasil há 200 anos atrás. É um dos aparelhos públicos mais pesados do mundo inteiro. Um aparelho pago para governar, mas usado prioritariamente para dois fins: enriquecimento rápido e ilícito e, mais genericamente, ganho de poder. Quem se pendura na máquina enriquece, pois para ali conflui o dinheiro de uma vasta nação de contribuintes sedados pela vida imediata dos trópicos. Essa máquina, que é paga para servir, serve quem entra nela. É como as pedras da pirâmide do faraó: carregadas por muitos, dão vida eterna apenas a quem está dentro da pirâmide.

    Quem está dentro da pirâmide, é o rico folgado, o rico suado do calor do sol preguiçoso, suado do sol que o impede de trabalhar, que quer levar uma vida tranqüila na sua adorável lascívia, sem ter que fazer para isso muito esforço, aquele monumental esforço do enriquecimento das nações protestantes, que tiveram na sua muito estranha ética religiosa, muitas vezes por nós tão criticada, o principal motor do seu trabalho. No Brasil, não se trabalha, não se gosta disso, quer-se enriquecer, para gozar dos frutos dos trópicos; amparados todos como estão no berço esplêndido.

    O letargo se espalha pelas academias. O ensino nacional é igualmente preguiçoso. Professores abonam alunos ruins. Professores acadêmicos vivem enfurnados no seu mundo de pensamentos previsíveis, terrivelmente previsíveis, todos datados de revoluções passadas que assim autorizam políticos presentes que, sob o manto da mudança, petrificam e enregelam ainda mais a situação atual. São burocratas, também eles, cabides que encontraram no cabideiro do Estado um método fácil de enriquecer, e sobreviver até o final mediocremente a sua vida, defendendo os mesmos conceitos em que acreditaram hipocritamente durante toda a sua vida. A originalidade, para estes cérebros cansados, é a revolutione aeterna, absoluta, que acontece indefinidamente pelo tempo, mas não é mais aplicada, em seus exemplos ultrapassados, a mais canto nenhum do mundo.

    Esse pensamento autorizado, brotado das academias, ilustra o pensamento nacional, do povo nacional, para o qual o hino, aquele que fala no berço esplêndido, está mais do que adequado. Nunca lutamos, para nada. Apenas tergiversamos, mudamos histórias, procuramos nos convencer de que somos algo, tirando para isso elementos da mais profunda retórica, que empolada de palavras grandiloquentes, nunca mudou a terrível situação a que nós, brasileiros, estamos submetidos. E como temos medo! Somos absurdamente medrosos e comodistas; se temos algo em mãos, seguramo-lo silenciosamente, com medo de que um outro rato chegue e dela se apodere. Por detrás da defesa da mudança eterna, escondemos as nossas mãos trêmulas e preguiçosas, nosso cérebro que vive a regurgitar aqueles mesmos conceitos que já não causam impacto nem ao maior de todos os bêbados.

    Nada exprime essa impotência de nada poder fazer, ainda mais quando, a fundo, se conhece que, estruturalmente, essa situação vige, ainda que maquiada pelos ares de novos tempos, desde há muito ao largo da história brasileira. Tapar o sol com a peneira, desde o tempo dos reis ilustrados, desde o tempo de Marquês de Pombal, tem sido quase que como uma especialidade desses povos, heróicos no mister de embotarem os olhos para não ver, para poder, confortavelmente, gozar do queijo. E quando a televisão assume o início do futebol, essa horda de burocratas e pobres, duas camadas tão distintas e tão próximas no desejo de enriquecer facilmente, aproxima-se mais do que nunca para gritar: eu sou brasileiro. Para o inferno o Brasil.


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